Digitalism

setembro 27, 2007

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Em outubro, acontece em São Paulo o Nokia Trends Mob Jam. Dia 6, quem pinta nas praças tupiniquins é a dupla de DJ´s alemães Digitalism.

O repertório dos caras (Jens Moelle e Ismail Tuefekci) traz uma mistura de eletrônica com um indie rock. Eles foram montando seus alicerces no mundo da música através de singles e muitos remixes. Em 2004, a dupla estourou com o single Idealistic. Em 2005 e 2006 eles vieram, respectivamente, com Zdarlight e Jupiter Room.

música: Zdarlight

Remixando para o Daft Punk (em quem eles se inspiram bastante) e já consagrados como Depeche Mode, The Cure e Klaxons, a dupla alemã saiu dos fundos de uma loja de discos em Hamburgo para o mundo.

Gostos variados e um início de trabalho desprentecioso (o dono da loja de disco sugeriu a seus funcionários a começarem a trabalhar como DJ´s em bares) onde os dois puderam usar e abusar de misturas, criaram um dos grandes nomes da eletrônica nos dia de hoje.

AQUI e AQUI você pode conferir os outros singles.

O nu de Alicia

setembro 24, 2007

A atriz Alicia Silverstone é protagonista da nova campanha publicitária da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals). Uma organização que luta por um tratamento mais humano aos animais e, consequentemente, contra contra o consumo de carne.

Um comercial que anda dando o que falar. Alicia aparece nua em toda a campanha (clica AQUI e veja o vídeo)

Um assunto importante e que deve ser amplamente discutido. A globalização e a era do consumismo desenfreado fizeram com que questões relacionadas ao meio-ambiente, animais, etc, viessem a tona com força total.

Mas a atriz hollywoodiana já mostrou seus “dotes” em outras ocasiões. E não foi só. Juntamente com Liv Tyler, bela filha da fera Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, as duas beldades protagonizaram um clipe para a banda.

Banda: Aerosmith
Música: Crazy

F.F.

setembro 24, 2007

Nos acepipes do final de semana, o clipe que rodou aqui no blog foi do Foo Fighters.

A banda do vocalista Dave Grohl (ex-bateirista do Nirvana) lançou um novo CD e um clipe para o single The Pretender. Confere aí.

Para quem andou especulando Justin Timberlake, Madonna e Britney Spears, a escolha de Juliette & The Licks para tocar no VMB 2007 foi bem modesta.

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A modéstia está na repercussão. Os três astros pop trariam bem mais audiência para a MTV do que a banda de rock norte-americana. Mas, em nome da música, a escolha foi boa.

Juliette é uma ex-atriz hollywoodiana (“Cabo do Medo”, “Assassinos por Natureza”) que em 2003 se juntou a músicos como o guitarrista Todd Morse e o baixista Jason Womack, e montou a banda.

Com um rock indie, bem garagem, Juliette & The Licks tem três discos lançados. Destaque para a música “Sticky Honey” do último álbum Four on the Floor.

Mais notícias sobre o VMB aqui!

Maria Rita se encontra com o samba.
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1906314-EI1267,00.html

Djavan contra os impostos
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1912850-EI1267,00.html

Engenheiros do Hawaii em Novos Horizontes
http://www.lamaior.com.br/Artigos/testehawaii

Acústico MTV Paulinho da Viola deve chegar em outubro
http://www.lamaior.com.br/Artigos/paulinho_da_viola_lancara_acustico_mtv

Yamandu Costa e Dominguinhos em grande parceria
http://showlivre.uol.com.br/videos.php?video_id=26543&conteudo_id=7312&eventoId=2845&video_aberto=S

Led Zeppelin em show único

setembro 12, 2007

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Led Zeppelin faz apresentação única em Londres.

Nasi e Ira. Será o fim?

setembro 5, 2007

Vocalista Nasi, do Ira!, anuncia que deixará a banda.

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Envelheço na cidade, Tolices, Tarde Vazia, dentre outros “milhares” de sucessos, vão fazer falta no cenário do Rock brasileiro. É esperar para ver o desfecho desta história. Será realmente o fim do Ira?

* Curiosidade: Apesar de nunca ter sido adepto a nenhum movimento nazista ou fascista, Nasi (Marcos Valadão Rodolfo) ganhou este apelido pelas roupas punk que usava quando jovem (na época, era “Nazi”).

R$9,90

setembro 3, 2007

Nem a internet, nem a pirataria desenfreada me fizeram desistir de comprar CD´s originais. Apesar de desanimar bastante quando vejo os preços salgados nas lojas, ainda, quando posso, prefiro o encarte bem trabalhado das capas do que os xerox das barraquinhas de camelô.

Mas se o dinheiro está curto, você pode procurar as promoções. Muitas vezes, as lojas de departamento oferecem várias dessas. O mais comum é o R$ 9,90.

Me deliciei no sábado passado na Lojas Americanas com uma queima de estoque de CD´s. E tinha pra todos os gostos. Milhares de discos do Legião Urbana, Charlie Brown Jr., Kid Abelha, Raimundos (que saudade da antiga formação dos caras), Sandy e Júnior, Titãs, os sertanejos da vida (Zezé di Camargo e Luciano eram os campeões), além dos acústicos de Lulu Santos e Capital Inicial.

O premiado, o que foi levado pra casa, foi uma coletânea de sucessos do Eric Clepton.

Clapton surgiu nos anos 70 como o maior guitarrista da Grã-Bretanha. Seu reinado só veio abaixo com a chegada de Jimi Hendrix.

Desde jovem, Clapton levava sua batida para o rock e o blues. Tanto que deixou sua primeira banda, Yardbirds, quando viu que eles estavam embrenhado para o mundo pop. É possível conferir a pegada blues do cara em vários dos seus discos, sendo que o ponto máximo foi sua parceria com um dos reis desse ritmo, B.B. King, com o ótimo disco “Riding With The King“.

Levando em conta que Eric Clapton é um músico que vale gastar uma boa grana, acho que faturei legal comprando um disco dele pelos míseros R$ 9,90.

* Curiosidade: Cocain fez parte da trilha sonora de O Senhor das Armas, filme com Nicolas Cage. Ela aparece na cena em que o irmão de Cage surge, claro, mandando vê em quilos e quilos de pó. “She don´t lie!”

Bá tchê

agosto 31, 2007

Hoje, Rock ´n roll no Brasil tem um reduto: o sul. Falando por baixo, posso citar já consagrados nomes como Ultramen, Bidê ou Balde e Cachorro Grande.

Todos com uma mesma característica. Nada mainstreem. Um som progressivo, alternativo e que vai na contra-mão da cultura musical brasileira tosca, que deixa de lado a qualidade sonora e se importa em vender porcaria.

Prova maior do destaque das bandas do sul foi o inédito MTV Acústico Bandas Gaúchas.

Em 2006, chegou no mercado mais um CD desta ótima safra dos pampas. “Bá tchê”, é o ábum do Superguidis. Uma batida forte e letras simples, que falam de conversas sobre relacionamento a discos antigos.

A Folha de S.P. disse que eles têm “sensibilidade pop que poucas bandas conseguem atingir” e o Correio Braziliense vê no som deles um “paradoxo, de garagem e com forte apelo radiofônico”. Elogios que não são por acaso.

Eles lançaram em 2007 seu segundo álbum intitulado “A Amarga Sinfonia do Superstar” e você confere a faixa “Mais do que isso”.

No site Trama Virtual você pode escutar e baixar todas as músicas do Superguidis (além de poder conferir o que de melhor anda pintando no cenário musical nacional).

* A MTV local indicou o Superguidis como a banda revelação do Rio Grande do Sul e, no próprio site Trama Virtual, o primeiro álbum dos caras foi eleito o principal disco independente de 2006, ficando a frente de Tom Zé e Mombojó.

Cores vivas

agosto 30, 2007

Uma batida meio funk, as vezes um rock ou se você preferir um toque de jazz. Em certos momentos, eu acho que Living Colour, banda nova iorquina, se assemelha ao Alice in Chains. Mas indo mais a fundo na discografia desta banda que nasceu nos anos 80, a gente percebe que a bagagem deles vai um pouco além.

Apesar de só possuir integrantes negros, o nome Living Colour nada tem a ver com isso. Ele foi extraído de uma vinheta da rede de TV norte-americana NBC: “The following program is brought to you in living colour” (O próximo programa é trazido até você em cores vivas).

Em 1994, o guitarrista Vernon Reid decide não tocar mais com os caras, que resolvem acabar com a Living Colour. Mas, para o alívio de seus milhares de fãs, em 2001 ele retornaram seus trabalhos com força total.

Destaque para o álbum de 2003 Collideoscope, com couvers de AC DC e Beatles, e Praid, de 1995. Deste último, você confere uma apresentação dos caras no programa do Jô, com a música Love Rears Its Ugly Head.

* Curiosidade: Mick Jagger, dos Rolling Stones, foi um dos que ajudaram a banda a conseguir sua primeira gravadora. O vocalista dos Stones ficou tão impressionado com o som, que não exitou em indicá-los para a Epic Records.

Rock all night

agosto 29, 2007

Como já bem disseram os caras do Kiss: Rock n´roll all night! É um dos ritmos mais populares do mundo (soa até estranho. E o pop, é o que?). Como gosto pessoal, está nas minhas paradas de sucesso, nas minhas preferências.

Faz um tempo que venho buscando novas referências no rock. Tanto artistas contemporâneos, quanto os que começaram a construir as batidas “rocknianas”, nos primordios. Pra quem tem um pouquinho de paciência, a Internet se torna uma biblioteca e tanto.

Pra começo de conversa, falo de um cara que, para muitos, é considerado o inventor do rock. Um dos artistas que influenciaram as melhores bandas deste ritmo. Eu falo de Chuck Berry.

Charles Edward Anderson Berry tem registradas suas primeiras gravações em 1955. Letras simples que falam de garotas, carros e com muito solo de guitarra, fazem apaixonados por música acreditarem que ele é o precursor do rock. “Maybellene“, uma de suas primeiras composições, reúne um combinado de blues e música country. Esta música pode ser o primogênito do rock.

Caso você não reconheça Chuck Berry, vai identificar imediatamente vendo o vídeo abaixo.

* Curiosidade: Acredito que Johnny B. Goode caiu na boca do povo (digo povo, público geral. Provavelmente, os aficionados por rock já conheciam) com o primeiro filme da ótima trilogia De Volta Para o Futuro. Martin McFly toca esta música para o delírio dos espectadores que ainda não conheciam Chuck Berry (neste momento, Martin estava no passado). Na cena, o cara que pega o telefone e liga para um suposto primo para que ele ouça a tal balada sensacional, é, na vida real, primo de Berry.

Elvis

agosto 17, 2007

Nada melhor que começar o blog falando de um rei. E bem oportuno, já que o ontem fizeram 30 anos que o The King Elvis se foi.

A MTV, no seu programa MTV 5, fez uma seleção de remixes das músicas do Elvis e mostrou que o rei é o segundo difunto/celebridade que mais fatura (ainda) no mundo da música, perdendo apenas para Kurt Cobain, vocalista do Nirvana.

Particularmente, eu desconhecia tantos remixes. Mas é de se esperar que ele ainda seja interessante comercialmente. Um cara que representou tanto na história do Rock ´n Roll (e do cinema) não poderia fechar seu legado com sua morte.

O único remix que conheço é o que foi feito pelo DJ holandês Junkie XL. Dizem as más linguas que o cara conseguiu resurgir o nome de Elvis no cenário britânico.

Confere aí “A little less conversation”.

* Curiosidade – “Um pouco menos de conversa, um pouco mais de ação..”, tradução da primeira frase de Little Less Conversation, caiu como uma luva no conceito de marca da Nike (Just Do It), que usou o remix em uma campanha publicitária.